Spotify disponibiliza 5 minas do rapp nacional do momento
- JCASTELL

- 7 de nov. de 2019
- 2 min de leitura

No Brasil e no mundo, cada vez mais as MC’s têm ganhado mais espaço e suas histórias cantadas tem chegado em muito mais ouvidos, devido ao movimento feminista, ao movimento feminista negro e também às redes sociais e as plataformas de streaming que facilitaram o acesso e a divulgação de todo conteúdo e toda arte, criando novas alternativas ou até mesmo derrubando as grandes gravadoras e o antigo mercado musical que sempre foram muito fechados ao Rap, ainda mais às mulheres do Rap.
Noname

Fatimah Nyeema Warner, hoje com 26 anos, ficou conhecida por causa depois dos Slams de Poesia de Chicago em 2010 e ganhou um reconhecimento maior após ter participado da Acid Rap em 2013.
Seu primeiro álbum, o Room 25, lançado nesse ano e uma voz maravilhosa, Noname é nossa primeira da lista. Nascida no Alabama onde foi muito influenciada pelo gospel e pelo neo soul.
Noname tem uma mixtape chamada Telefone que segundo a Rolling Stone dos Estados Unidos em 2016 foi “uma das mais provocantes obras do Hip Hop”. Essa mixtape a levou para programas como o NPR Tiny Desk, um canal de Youtube onde já se apresentaram Adele, Erykah Badu e Tyler the Creator e sua apresentação tem mais de 2 milhões de views.
2. Tank and the Bangas

O Grupo é conhecido por fazer sucesso em Nova Orleans em 2011, foi nesse cenário que os integrantes do grupo Tank And The Bangas.
O Grupo de rap, funk, soul é liderado pela vocalista negra e talentosíssima Tarriona “Tank” Ball que também foi revelada nos slams de poesia e já participou do NPR, inclusive ela foi vencedora do prêmio Tiny Desk, o prêmio do canal.
O grupo tem apenas dois álbuns, mas tem uma agenda repleta de shows pelo mundo inteiro. Estamos no aguardo de uma visitinha no Brasil!
3. Preta Rara

Rapper, arte educadora e ex-domestica, Joyce, mais conhecida como Preta Rara é a terceira mina do rap nacional
Ela é uma artista completa e sabe se expressar pela poesia falada, pelo rap, por vários tipos de arte, assim como pode ver no TEDx em que ela participou. Tudo se torna um meio, para ela, de fazer arte e contestar o machismo, a homofobia, o racismo e a gordofobia.
4. Kmila CDD

Kmila CDD (Cidade De Deus). Ela sempre esteve com ele em várias participações e em vários shows, mas no ano passado apenas que ela lançou o seu primeiro álbum, Preta Cabulosa. Kmila também tem seu perfil na Pineaple e vem chegando cada vez mais presente na cena do rap nacional.
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